Quem
sou eu? Particularmente incomodada por essa questão universal,
uma mulher insiste em saber do terapeuta o que está escrito
na sua ficha, na ilusão de assim encontrar as respostas.
Como ele se nega a revelar o conteúdo, a mulher resolve
assaltar o consultório. Mas é flagrada por um
segurança que resolve bancar o Freud. Fazendo referências
a doidos famosos do cinema, Identidade brinca com alguns
conceitos da Psicanálise, como resistência, transferência,
inveja do pênis, atos falhos, símbolos fálicos.
Os charutos não ficam de fora.